Quem somos



A Companhia Pierrot Lunar tem em sua gênese o pensar e experimentar a interpretação coletivamente, reunindo talentos, pessoas, ideias, inspirações e pulsões criativas em direção a algo maior, resultado do poder agregador e transformador do teatro. Nasceu assim, em dezembro de 1993, tendo seu nome se inspirado na peça musical dodecafônica de Arnold Schoenberg, Pierrot Lunaire, e ciclo de poemas de Albert Giraud, que compunham exercícios de preparação para os primeiros espetáculos. Dali em diante, a Cia apresenta em seu currículo oito espetáculos, sendo dois ainda em repertório, cenas curtas, leituras dramáticas, o "Palco BH - primeiro guia de artes cênicas de Belo Horizonte", produzido entre os anos de 2000 e 2005, e diversos eventos como o "Bazar de Histórias", que promove a integração entre espectador e artista, o "Café com Cinema", que resgata o cinema de bairro, com exibições gratuitas, a "Mostra Mulheres em Cena", que apresenta espetáculos que tem a mulher como foco, a curadoria e produção do 21º e 22º Encontro SESI de Artes Cênicas em Araxá (MG), o "Curta Dança - primeira mostra de danças curtas", e o "Aberto para o Jantar - coma, beba e seja feliz", evento de gastronomia e arte da Cia.

Nessa trajetória, a Cia. Pierrot Lunar trabalhou autores clássicos, como Garcia Lorca, Lewis Carroll e Aníbal Machado, modernos, como Beckett, e também contemporâneos, como Edmundo de Novaes Gomes, Branca Maria de Paula e André Sant’Anna. Assim, a Pierrot Lunar compreende que as grandes questões humanas são universais, atemporais e podem estar sujeitas a uma diversidade de linguagens cênicas, a partir do trabalho com distintos encenadores.

Desde 2007, a Cia. Pierrot Lunar desenvolve sistematicamente processo de investigação que estuda e experimenta modos de fazer narrativo na cena teatral, período em que a Cia. realizava Atrás dos olhos das meninas sérias, que já sinalizava um apontamento da pesquisa. Esse espetáculo foi premiado no II Festival Nacional de Teatro de Teresina/PI, com os prêmios de Melhor Atriz, (Neise Neves) e Melhor Ator Coadjuvante (Léo Quintão). Os atores foram indicados às respectivas categorias no 5º Prêmio Usiminas/Sinparc-2008. O espetáculo se apresentou no Festival de Teatro de Curitiba – Fringe e no 9º FIT- BH – Festival Internacional de Teatro Palco e Rua de Belo Horizonte. A evolução da pesquisa resultou em três espetáculos que levam a narrativa literária à cena: Sexo (2010), para espaço alternativo e palco convencional, e Acontecimento em Vila Feliz (2011) em formatação para rua, propondo um cruzamento da narrativa com a música popular, executada ao vivo pelo elenco, e Tudo de Nós (2013), espetáculo autobiográfico de quatro jovens atores.
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